MOMENTO DE TRANSIÇÃO: DE CONSUMIDOR PARA MICROGERADOR DE ELETRICIDADE

Por que já tá mais do que na Hora de ter uma fonte geradora Fotovoltaica?

Em frente a um cenário de contínuo reajustes anuais de tarifas energéticas, optar por instalar um sistema de energia solar fotovoltaico e começar a gerar a própria energia, hoje, se mostra como uma opção econômica, segura e cada vez mais acessível.

O cenário atual é assustador para os mais de 70 milhões de consumidores de energia elétrica do Brasil, principalmente nesse momento de pandemia. Se por um lado a economia do país precisará apresentar crescimento ainda este ano, por outro a demanda do consumo de energia elétrica já é uma realidade crescente.

Em um setor elétrico de uma fonte estável e de boa gestão, isso não seria problema algum, porém com o atual cenário político do país e as crises hídricas, esse crescimento implicará sempre em grandes possibilidades de novos aumentos nos preços da energia elétrica para os consumidores.

Enquanto isso, o sol que banha nosso país todos os dias segue, “firme no céu”, enviando a sua luz por todo o planeta e transmitindo energia de uma fonte limpa, abundante e segura.

Já há mais de 20 mil consumidores brasileiros vivendo felizes por fazerem parte do segmento de mini e microgeração distribuída, que usam a energia do sol como sua fonte geradora por meio do uso da tecnologia fotovoltaica, e cada vez mais vem sendo disseminada por todo o país. Inclusive aqui em Recife, onde as famílias vêm mudando para uma realidade mais tranquila como pro-sumidor de um consumo elétrico diário mais viável. 

Nessa tecnologia, as placas fotovoltaicas, que ficam instaladas  sobre o telhado, para captar a luz do sol e a converterem em energia elétrica de corrente contínua (CC), se transforma em um gerador de eletricidade por meio do efeito fotovoltaico em suas várias células.

Um outro equipamento utilizado como o cérebro do sistema, é o chamado inversor interativo, que converte essa energia gerada para as características padrões da distribuidora (CA) e a envia para o quadro de luz.

Como esses sistemas são conectados à rede da distribuidoraa energia gerada a mais durante o dia, que não é consumida, é injetada na rede e emprestada para a distribuidora devolver à noite. Se a energia gerada for superior a energia consumida, a sobra é injetada na rede e passa a gerar créditos energéticos que são utilizados pelo consumidor para abater do que consumiu em sua propriedade ou em outras propriedades de sua titularidade – é o chamado autoconsumo remoto.

É dessa forma, que vem ocorrendo para todos os microgeradores de geração distribuída, que desde 2012, usufruem desse direito, quando surgiu as regras criadas pela Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) em sua Resolução Normativa 482.

E então? O momento é agora ou não é?

REF: (Ruy F. Notícias). 24 de agosto de 2020

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